Evoluindo a tempo inteiro.
Joana Lemos
Hoje, escrevo sobre coragem porque acho que ela é grande impulsionadora da procura de bens estar, por parte do ser humano. Vejamos se não é a coragem que nos faz largar a protecção e o conforto do útero materno e partir rumo ao frio e desconhecido mundo exterior. Certo é que não devemos estar conscientes do que realmente estamos a fazer mas também é certo que alguma força nos comanda nesse momento e essa força é A CORAGEM.
Coragem é nós e não os outros, não é incentivo de ninguém, não é opinião seja de quem for, é ultrapassar os nossos limites interiores, não os limites que os outros acham que devemos ter, porque a realidade é que só cada um conhece as suas emoções, a profundidade dos seus medos e se sair de casa e ir ali a Espanha dar um passeio, só, só porque lhe apetece, para os outros não é nada de especial, para quem o faz é tudo especial, porque essa é a sua coragem, porque esse foi um limite, que é só seu, que viu estendido, depois de centenas de hesitações.
Não há contagens físicas no que toca a decidir enfrentar, no sentir necessidade de mudar mas, devemos lembrar-nos que tudo depende de nós, que só existe um hoje e esse hoje nunca se voltará a repetir, se o perdemos não o podemos recuperar. É hoje que temos oportunidade de fazer o que já queríamos há tantos ontens, é hoje que a coragem se manifestará.
Joana Lemos
"Se alguma vez tiver que escolher entre o mundo e o amor, lembre-se: Se escolher o Mundo perde o Amor, se escolher o Amor conquistará o Mundo."
Albert E.
Chegou o Natal e, apesar da rima não ser nova, parece mesmo um Carnaval, como tal, temos que desejar um pouco mais do que o costume, mais bolo rei para nos empanturrar, mais açúcar para contrariar a amargura destas gentes e mais bombons para me embebedar.
Rompamos a tradição e bebemos só mais um copinho de Vinho do Porto, que é para ajudar os produtores, que vendem um produto único no mundo, que até Hollywood publicita mas que mesmo assim, dizem eles, não se conseguem manter.
Aos meus querido visitantes, desejo que, o Natal seja tal e qual desejem, não vou desejar mais do que isto pois o que eu desejo aos outros nem sempre coincidem com o que eles querem, assim sendo, hipocrisias ao lado, só vos desejo os vossos desejos, acrescentando um mimo, em nome próprio, que coragem não lhes falte para enfrentar 2012.
Ano que vem há mais!
Joana Lemos
P.S.: Já pensaram que o Natal pode ser o grande exemplo do que pode ser todo o ano? De que as familias e/ou amigos podem conviver em paz, reunir-se com alegria e viver com amor. Se é possivel um dia, também o é um ano. Aproveitem o Natal e tenham um Bom 2012. Desafiem-se a vós próprios e corrompam a falsidade e a hipocrisia. É uma oportunidade que ninguém devia desperdiçar! :)
Já pensaram que podem existir, no mundo, tantas línguas diferentes, para preicisamente, nos obrigar a parar e prestar atenção uns aos outros?
Joana Lemos
Os verdadeiros amigos deixam-nos passar fome?
Joana Lemos
Semeias salsa, colhes salsa.
Semeias feijão, colhes feijão.
Semeias couves, colhes couves.
Sorris pró MUNDO, o mundo sorri pra TI.
Joana Lemos
Os humanos são seres muito estranhos, perfeitos, pois o seu corpo é de uma funcionalidade e harmonia inigualável, mas, ainda assim, estranhos. Estranhos pois nem só de matéria se compõe um ser tão complexo, existe aquela componente que apenas podemos observar nos seus actos, estes são o reflexo de um interior mais ou menos bom que só faz sentido para aquela pessoa, pois ela é a única a entender-se, quando o consegue, só ela tem todos os dados correctos para o fazer, por isso, a nós, que estamos de fora, parece-nos que não faz sentido e não alcançamos a compreensão total.
Aqui entra a paciência, a nossa entrega e a nossa disposição, ou não, para permanecer daquele lado, tal e qual permanece a Grande Pirâmide do Egipto.
Joana Lemos
(latim fides, -ei)
s. f.
1. Adesão absoluta do espírito àquilo que se considera verdadeiro.
2. [Religião] Sentimento de quem acredita em determinados ideias ou princípios religiosos. = CRENÇA
3. Religião, culto (ex.: fé cristã, fé islâmica).
4. [Religião] Uma das virtudes teologais.
5. Estado ou atitude de quem acredita ou tem esperança em algo.= CONFIANÇA, ESPERANÇA ≠ CEPTICISMO, INCREDULIDADE
6. Fidelidade.
7. Prova.
8. Testemunho autêntico dado por oficial de justiça.
Por Priberam, em http://www.priberam.pt/dlpo/Default.aspx
É este o tema mais actual que consigo imaginar!
Falaria deste país mas, basta olhar em redor para ver que a extensão é bem maior que isso, o mundo é realmente o limite daquilo que me proponho a falar, diga-se divagar, diga-se escrever, hoje.
Denota-se uma, até certo ponto justificada, HOJE, falta de fé incrível. Não se confia nos governos (não entremos hoje pelos DES pois essa é a ideia exactamente contraria ao que aqui venho defender), não se crê nos colegas, desdiz-se a família, sentenciam-se os amigos. As pessoas, em geral, estão desacreditadas.
Penso que, o desajuste, aqui, está nos conceitos, quem o faz sabe que se aposta em “amigos” idiotas, “famílias” sovinas, “colegas” que não partilham o espírito e “governos” funcionam como indivíduos. Resumindo, um role de gente interesseira, inútil e que só serve para nos fazer crescer com lições que raramente aprendemos, (mas, na realidade, a culpa é nossa, nós é que nos rodeamos deles, nós é que os deixamos entrar!) daí que se esvaia a nossa fé.
Reconheço que não sou exemplo, pelo menos até há bem pouco tempo, de uma pessoa com estas definições claras no seu espírito, sim, porque a mente reconhece mas quem realmente tem que reconhecer é o espírito, equilibrar a consciência e o espírito é uma jornada necessária a bem do ser e da sua vivencia. No entanto, há que ter fé nas coisas, e nas pessoas, certas! Como distinguir? Não há fórmula correcta mas julgo que a nossa ambição deve ser deixada de lado na hora de decidir. Queremos que todos gostem de nós mas temos que ter a noção de que isso é impossível, queremos poder mudar o mundo mas o mundo não vai mudar porque apenas eu, tu ou ele, quer. Há que acreditar em coisas reais, pequenas conquistas compõem uma grande vitória!
Revejam os vossos conceitos, é um pedido, primeiro não os dêem por pouco, não digam “governo” sem o ver primeiro, nem não acolham como “família” quem não vos quer bem, o sangue não é um sentimento, é algo físico que em nada influencia a nossa personalidade, não tenham “amigos” que não vos valorizam, que não vos ouvem, que não confiam em vós, não chamem “colegas” a quem apenas está fisicamente sentado a vosso lado, mas tenham consciência de que nada, em qualquer mundo, é perfeito. Acima de tudo acreditem em coisas possíveis.
Tenham fé, porque ela nos faz caminhar, sem objectivos estagnamos à espera da morte. Acreditem um pouco neste governo que Portugal agora tem! Não será o governo ideal, mas isso não existe, dediquem-lhe um pouco do vosso credo, esperem um pouco e vejam os frutos, se ai não vos agradarem, nesse caso mexam-se e critiquem mas só o façam depois de acreditarem. Nenhuma viagem iniciada sem fé, cumprirá o objectivo.
Olhem para os contos de fadas em que em que vemos ursinho amigos de pintainhos, gatos inseparáveis de ratos, será que tudo isso nasceu de um ideal ou de uma imagem que em algum lugar, em algum tempo foi real? Correm emails de fotos com animais potencialmente inimigos, a cuidarem-se como se entre eles não houvessem diferenças, eles que, supostamente, são menos inteligentes que nós, conseguem, nós não conseguimos? Vermos seres irracionais demonstrar que a amizade é possível é mais que exemplo de que podemos ter fé que ela existe.
Pensem que nem todas as pessoas são boas, mas que as há e é nessas, e por essas, que temos que continuar a ter fé! Há famílias a sério e cada um de nós pode construir a sua, com a sua entrega certa, junto de pessoas que o merecem, que as únicas armas que utilizam contra nós são o amor, o carinho, o companheirismo, a atenção e até mesmo a dedicação. Só procuramos o que acreditamos que existe!
Há governos bons, há colegas camaradas, há amigos leiais, há famílias felizes, poucas, mas, que, precisamente por isso, se tornam tanto!
Joana Lemos
E eis que do silêncio emerge um miúdo reflexo sobre arte, contemple, por favor, de cabeça para a frente inclinada, a obra feita, planeada ou apenas retocada, destes grandes senhores, em dom e dó bemol falando.
Dispam a vergonha de mostrar do que gostam e aplaudam de pé quem entre nós não morre.
Bernini
Um dos pioneiros da arte barroca, Bernini é autor de inúmeras obras célebres, entre as quais se destaca o baldaquino da basílica de São Pedro em Roma.
Escultor, arquitecto e pintor italiano, Gian Lorenzo Bernini nasceu em Nápoles em 7 de Dezembro de 1598.
Durante o pontificado de Urbano VIII, em 1623, criou o baldaquino de São Pedro (1624), as fachadas da igreja de Santa Bibiana e do palácio Propaganda Fide (1627), o projecto dos campanários da basílica de São Pedro.
Essa estrutura simbólica, montada em bronze sobre o túmulo do apóstolo Pedro, constitui uma nova fusão de escultura e arquitectura e, pela perfeição de suas proporções, serve de mediador entre o visitante e as dimensões gigantescas da basílica.
Da mesma época encontramos inúmeros túmulos e fontes, como a da Barcaccia, na Piazza di Spagna, em Roma.
Na basílica de São Pedro encontramos, ainda, outro tio de obras de sua autoria, como o túmulo de Urbano VIII (1628-1647), que mostra o papa sentado, o braço alçado em gesto de comando. Abaixo, ladeando o sarcófago de bronze, encontram-se duas virtudes em mármore branco, a Caridade e a Justiça. Por cima do sarcófago a figura da Morte parece escrever o nome de Urbano numa folha. Sublime!
A fama do escultor e arquitecto ultrapassou as fronteiras da Itália, e, a convite de Luís XIV, desenhou vários projectos para a fachada do Louvre, que, infelizmente, não chegaram a ser executados.
Nos seus últimos anos de vida, Bernini, restaurou a ponte do castelo de Sant'Angelo (1667-1669), para a qual criou uma série de anjos amargos e dolentes.
Também incumbido de arranjos na FENOMENAL Fonta de Trevi.
Bernini foi durante mais de dois séculos desprezado pelos académicos e classicistas e considerado o melhor exemplo do mau gosto e da monstruosidade artística. Com a reabilitação do estilo barroco no século XX, voltou a ser reconhecido como um dos maiores escultores e arquitectos de todos os tempos.
“Morreu” em Roma em 28 de Novembro de 1680, vitima de apoplexia.
Miguel Ângelo
Miguel Ângelo Buonarroti nascido a 6 de Março de 1475 em Caprese, uma vila na Toscana (Itália), pertence a uma família nobre.
Em 1496 vai esculpeLa Pietà(1498-1499), que se encontra ainda hoje na entrada da Basílica de São Pedro, no Vaticano, e também Baco, influenciado pela antiguidade de Roma.
Chega a 1508 e Julio II proporciona-lhe o maior trabalho da vida dele, pintar doze figuras dos apóstolos com decoração na Capela Sistina , a capela papal do palácio do Vaticano onde se realizam os conclaves, obra que só se vê concluída em 1512.
“A superfície da abóbada foi dividida em áreas concebendo arquitectonicamente o trabalho de maneira que resultasse num espaço intercalado por pilares. Nas áreas triangulares colocou figuras de profetas e sibilas; nas rectangulares, episódios do Génesis, tais como: Deus a separar a Luz das Trevas; Deus a criar o Sol e a Lua; Deus a separar a Terra da Água; A Criação de Adão;A Criação de Eva; O Pecado Original e a Expulsão do Paraíso; O Sacrifício de Noé; O Dilúvio Universal e Noé Embriagado.
Mil metros quadrados, decorados por um único homem, nove anos incansáveis para poder representar a expressão dos ideais artísticos do renascimento, foram pintadas cerca de 300 figuras no tecto e paredes laterais com a temática dedicada à vinda de Cristo, ao princípio e fim dos tempos e ao Espírito do Deus que cria e que mata. Todo o Antigo Testamento está ali representado. Figuras e imagens dramáticas de grande originalidade e vigor são retratadas: O corpo vigoroso de Deus retorcido e esticado no acto da criação do Universo; Adão que recebe do Senhor o toque vivificador da Sua mão estendida, tocando nos dedos ainda inertes do primeiro homem; Adão e Eva expulsos do Paraíso; a embriaguez de Noé e o Dilúvio Universal; os episódios bíblicos da história do povo hebreu e os profetas anunciando o Messias.”
Joana Lemos
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